GWM Haval H7 de R$ 261.000 e pesquisa Os Eleitos são os destaques da edição 811 da Quatro Rodas
Revista também traz os elétricos Audi A6 Avant e-tron, Range Rover Electric EV550 e Porsche Cayenne
A edição de novembro da Quatro Rodas já está nas bancas e nas plataformas digitais, com o SUV híbrido plug-in GWM Haval H7 e os resultados da pesquisa Os Eleitos. O número 811 traz ainda modelos elétricos de Audi, Range Rover e Porsche.

A edição de novembro da Quatro Rodas já está nas bancas e nas plataformas digitais. O número 811 destaca o GWM Haval H7 e os resultados da pesquisa de satisfação Os Eleitos.
O H7 é um SUV híbrido plug-in de linhas retas que custa R$ 261.000. É o modelo quadradão mais acessível da marca chinesa no Brasil, abaixo do Haval H9, de R$ 335.000, e do Tank 300, de R$ 342.000.
Entre esses três modelos da GWM, o H7 é o único com estrutura monobloco, em vez de chassi de longarinas. O visual lembra o Haval H9, mas o conjunto híbrido plug-in (PHEV) substitui o motor turbodiesel.
O H7 também é 12 cm mais comprido que o Haval H6. A diferença vem do estepe pendurado no porta-malas.
A pesquisa Os Eleitos mede há 26 anos a satisfação dos proprietários com seus carros. O levantamento apresenta a avaliação de quem comprou o automóvel e, neste ano, teve 33 modelos na fase final de apuração.
A pesquisa considerou sete categorias: Hatches Compactos, Sedãs, SUVs Compactos, SUVs Médios, SUVs Grandes, Picapes Intermediárias e Picapes Médias. Também avaliou o atendimento recebido pelos motoristas e quais marcas cuidam melhor dos clientes, segundo os próprios participantes.
Entre os testes da edição está a Audi A6 Avant e-tron. Em um mercado dominado pelos SUVs, a perua mais tradicional da marca chega à sexta geração com propulsão elétrica, preservando as formas que atraem seus fãs.
Ela mede 4,93 m de comprimento, 2,14 m de largura e 1,53 m de altura, com 2,95 m entre os eixos. As dimensões são próximas às da geração anterior.
Outro destaque é o Range Rover Electric EV550, cuja aparência exige atenção para identificar a propulsão elétrica. A marca otimizou a grade e as rodas para melhorar a aerodinâmica, mas manteve a silhueta da carroceria e o interior essencialmente inalterados.
O SUV usa a arquitetura longitudinal modular MLA-Flex. Essa base também serve às versões com motor a combustão e híbridas plug-in.
Já o Porsche Cayenne de quarta geração passa a oferecer somente versões elétricas. A Turbo, topo de linha, entrega 1.156 cv e tornou o modelo o carro de produção em série mais potente da marca.
Lançado no Brasil por R$ 1.410.000, ele também é o SUV mais potente e mais rápido já testado pela Quatro Rodas.
A edição ainda mostra como será o novo SUV cupê da Volkswagen, maior que o Nivus. Completam o conteúdo as novidades do Salão de Paris e uma avaliação de como ficou a VW Saveiro a etanol.
A revista também discute as mudanças na relação das pessoas com seus carros. O movimento ocorre em alguns grupos sociais e regiões, tanto pelo desprendimento quanto pelo aumento do apego aos veículos.
Nesse processo, o carro deixa de representar status e liberdade para algumas pessoas, enquanto ganha novos significados para outras. Os serviços de assinatura exemplificam uma modalidade em que o usuário não é proprietário do veículo.
Há também quem prefira não ter carro e escolha táxi, transporte coletivo, bicicleta ou caminhadas. No outro extremo, o apreço pelos antigos fortalece clubes e eventos, que atraem cada vez mais o público jovem.
Fora desses grupos, existe um grande contingente que nunca foi formado por entusiastas, mas gosta de ter um carro na garagem. São pessoas que sentem prazer em dirigir e viajar e veem o veículo como uma conquista ou um sonho realizado.
Muitos desses proprietários participam de Os Eleitos. A reportagem começa na página 56 e reúne comentários de leitores de todo o Brasil, além das respostas ao questionário.
Os depoimentos mostram a importância dos carros para seus donos e aparecem ao lado das fotos dos primeiros colocados. A especialista Valentina Carvalho conduziu a pesquisa, e o repórter Mauro Balhessa assina o texto.
Entre outras tarefas, o editor de arte Fabio Black buscou fotos dos motoristas ao lado de seus veículos. Segundo ele, todos se animaram com o pedido e aproveitaram para contar mais sobre seus modelos.
Fabio ouviu relatos sobre a escolha dos carros, o uso cotidiano, o carinho pelos veículos e as histórias vividas ao volante. A partir dessas conversas, sugeriu o título “Retratos de Família” para a matéria, expressão também usada na Carta da edição.
A reflexão da revista é que a relação de posse acompanha as rápidas mudanças atuais. Ainda assim, o carro seguirá presente na vida das pessoas, inclusive das que preferem táxi, transporte coletivo ou deslocamentos a pé.
Fonte: Quatro Rodas