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Lançamentos

Omoda E5 chega ao Brasil em duas versões a partir de R$ 149.990

SUV elétrico tem até 210 cv, cabine renovada e preços promocionais no primeiro lote

O Omoda E5 estreia nas versões Elite e Prestige, com preços de lançamento de R$ 149.990 e R$ 179.990. A atualização inclui mudanças no motor, no visual e na cabine, mas a autonomia homologada ainda não foi divulgada.

Fonte: Motor1 Brasil
SUV elétrico Omoda E5

A Omoda Jaecoo anunciou a nova linha do E5 no Brasil, com chegada às concessionárias em 5 de novembro. O SUV totalmente elétrico custa R$ 149.990 na versão Elite e R$ 179.990 na Prestige durante o lote inicial de lançamento.

Depois desse primeiro lote, os preços sobem para R$ 159.990 e R$ 184.990, respectivamente.

O E5 passa a usar um motor elétrico síncrono de ímã permanente de até 155 kW (210 cv). A eficiência de conversão de energia chega a 98,5%, e a aceleração de 0 a 100 km/h leva 7,2 segundos.

A Elite tem bateria de 50,6 kWh, enquanto a Prestige recebe um conjunto de 60,9 kWh. A marca não divulgou a autonomia nem o consumo homologado pelo Inmetro de nenhuma das configurações.

Na recarga rápida em corrente contínua, a potência suportada varia entre 110 kW e 130 kW, conforme a versão. Segundo a fabricante, o sistema permite recuperar de 30% a 80% da carga em até 16 minutos.

O visual recebeu uma nova grade dianteira, com linhas mais marcantes e o característico X-Bumper. Atrás, as lanternas ganharam outro arranjo e a assinatura luminosa “lightning”, inspirada no Omoda 7.

As rodas de liga leve aerodinâmicas têm 18 polegadas e novo desenho. O conjunto óptico é Full LED, incluindo as luzes de condução diurna, e o teto solar tem acionamento elétrico.

O SUV mede 4,54 m de comprimento, 1,83 m de largura e 1,58 m de altura, com entre-eixos de 2,63 m. O porta-malas comporta 372 litros e tem tampa com acionamento elétrico e sensor de presença. A suspensão combina McPherson na dianteira e multilink independente na traseira.

A cabine recebeu um novo cockpit, com formas geométricas, superfícies macias ao toque e outra disposição do painel e da central multimídia. Bancos, volante e portas usam revestimento sintético premium. O seletor de marchas foi para a coluna de direção, liberando espaço no console central.

Conforme a versão, os bancos dianteiros oferecem aquecimento, ventilação, massagem e ajustes elétricos. Também há sistema de som Sony com oito alto-falantes.

A lista de equipamentos inclui ar-condicionado digital automático de duas zonas, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e iluminação ambiente personalizável. O painel digital tem 8,88 polegadas, e a central multimídia sensível ao toque mede 15,6 polegadas.

Há comandos de voz para diversas funções, carregador por indução com refrigeração e conexão sem fio para Apple CarPlay e Android Auto. O pacote também reúne Contactless Power-On, Smart Key para portas, tampa traseira e alarme, câmera com visão de 540° e modos de condução Normal, Eco e Sport.

Na segurança, são sete airbags: frontais, laterais, de cortina e central dianteiro. O E5 também traz sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, sensor de chuva, retrovisor interno eletrocrômico, acendimento automático dos faróis e monitoramento da pressão dos pneus.

Os freios usam discos nas quatro rodas, com ABS, EBD, BAS e BOS. Há controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e controle de descida.

O pacote ADAS 2.5 reúne 15 recursos de assistência. Entre eles estão piloto automático adaptativo, assistentes de congestionamento e de velocidade em curvas, sistemas de prevenção de colisões frontais e traseiras e monitoramento de ponto cego. A garantia é de sete anos para o veículo e oito anos para a bateria.

Em um breve contato nas ruas brasileiras, o Motor1 Brasil avaliou que a potência passou a ser adequada ao porte do E5. A publicação destacou as respostas extremamente rápidas da direção, a pouca rolagem da carroceria nas mudanças de direção e o isolamento acústico, esperado em elétricos modernos.

Por outro lado, a avaliação apontou que a falta de referências sensoriais ao dirigir, combinada à direção rápida, transmite uma sensação de desconexão com o carro, comparada à de guiar uma nuvem.

Na cabine, o reposicionamento do seletor de marchas foi bem recebido pelo espaço liberado no console central. Segundo a publicação, o interior permanece arejado mesmo sem acabamento claro em toda a cabine. O espaço traseiro também foi considerado generoso para o tamanho do veículo, sem sacrificar o bagageiro.

Fonte: Motor1 Brasil